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O audiovisual, quase sempre, colocado em segundo plano, deverá enfrentar em 2016 muitas dificuldades, principalmente, pois a crise econômica permanece. O único jeito é ficar de olho em editais e torcer para conseguir algum, o que não é fácil!

O Brasil precisa avançar, de forma que o mercado não dependa somente do governo. Precisamos ser “independentes” e consolidar o que ainda, de fato, não virou indústria. A concentração de pessoas no Rio de Janeiro e São Paulo é a prova de que o negócio nas capitais está saturado. A expansão é necessária, e outros estados devem investir para tal crescimento.

Ainda assim, contamos com problemas de distribuição e falta de regulamentação para as salas de cinema, o que faz com que muitos filmes bons não sejam vistos e apenas circulem por festivais.

A solução seria o cinema brasileiro investir em novas vertentes, fechar parcerias concretas em co-produções e colocar “a cara para bater” de uma vez por todas. Necessitamos, antes de qualquer coisa, de conquistar o público brasileiro, pois nesse momento encontra-se desacreditado.

Contudo, nosso potencial cresce a cada dia, só precisamos botar o pé no acelerador para dar a guinada que precisamos para conquistar esse mundo do audiovisual.

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